Retorço
Quero ser tua sem autoridade
Oferecer mãos pra lavar cabelos
E que tudo chova
E a liberdade se promova
Hoje
Que arrebentemos as correntes
E se derrame a imprecisão do certo
Nas chaves quebradas
Em letras oxidadas
Depois
Duvidar da voz límpida
Soar campainhas sem urgência
Proclamar o vazio
Branco no café